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Denis Lee.
27 anos. Bacharel em Ciência da Computação.

"Nunca encontrei uma pessoa tão ignorante que não pudesse ter aprendido algo com sua ignorância."
— Galileu Galilei (1564-1642)

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A cultura do novo capitalismo

Vamos lá.

Com perspectivas sempre provocantes, Richard Sennett analisa como as mudanças econômicas estão moldando os nossos valores pessoais e sociais, e aborda as transformações radicais no trabalho, nas capacitações profissionais e nos hábitos de consumo. Bruocracia, O talento e o fantasma da inutilidade, A política do consumo e O capitalismo social em nossa época – conferências proferidas pelo autor na Universidade de Yale – foram reunidas neste volume.

O autor parte de uma análise sobre as diferenças entre as primeiras formas de capitalismo industrial e o novo capitalismo global, turbinado e mutante, que testemunhamos. Com agilidade e clareza, focaliza três temas básicos: como as instituições vêm mudando; o medo de se tornar supérfluo ou ficar para trás na “sociedade da capacitação”; e o que o comportamento em relação ao consumo tem a ver com atitudes políticas. Com base nisso, descrever como essas mudanças afetam a nossa rotina e como a ética do trabalho se modificou; como novas convicções sobre mérito e talento substituíram velhos valores como habilidades específicas e realizações de longo prazo; por que a inadequação ameaça tanto profissionais qualificados como operários; e como as fronteiras entre consumo e política se misturam.

Em oposição ao conceito de burocracias estáticas e fixas, batizadas por Max Weber de “jaulas de ferro”, nos últimos anos os reformadores de instituições púbicas e privadas têm divulgado a idéia de que corporações globais flexíveis proporcionariam um modelo de liberdade para os indivíduos. Sennett argumenta que ao banir velhos ídolos a nova economia criou inéditos traumas sociais e emocionais.

Segundo o sociólogo, apenas um certo tipo de ser humano pode prosperar em instituições e corporações fragmentárias e instáveis. A cultura do novo capitalismo demanda um self orientado para o curto prazo, focado mais nas capacidades potenciais do que nas habilidades reais, desprezando a experiência e o passado. Em sua conclusão, Sennett investiga possibilidades para esse cenário e aponta iniciativas práticas para conter os efeitos perniciosos desses fenômenos.


Livro que descobri por recomendação de um professor que admirei bastante na minha antiga faculdade. (Infelizmente, não me recordo qual matéria ele lecionava.) Na realidade, não foi apenas uma recomendação do professor, foi material de aula. Separou a sala de aula em grupos e cada grupo ficou responsável por um capítulo do livro. Porém, eu que não tinha o costume de ler, mal consegui ler o capítulo que me foi designado. De qualquer maneira, comprei o livro para pelo menos ganhar um incentivo a mais para a leitura, afinal, caso eu optasse em não ler o livro, estaria jogando fora dinheiro visivelmente. Acredito que jogar dinheiro fora não seja algo sensato, não concorda? ;p

Em suma, não li o livro. (Lembra? Mal consegui ler um capítulo, o que dirá o livro todo. Hihihi.) Todavia o livro ainda permaneceu comigo e por alguns anos ele acabou não sendo perdido, foi apenas esquecido. Porém, o Denis em nova fase pôde ler o livro completamente. Ohhh! Bem, chega de blábláblá em relação à origem do livro e a “indicação” do mesmo.

O livro é ótimo, apesar de falar muitas coisas que estão no senso comum. Mas, o autor deixa os fatos bem expostos e organizados no livro, fazendo com que as nossas idéias fiquem organizadas também. Achei isso ótimo!

Hmmm. Aliás, eu vou escrever sobre alguns pensamentos que tive ao lê-lo em outros posts. Hihih.

Recomendo, apesar de eu recomendar você de ler os seguintes livros antes: “Modernidade líquida”, de Zygmunt Bauman e “A ética protestante e o ‘espírito’ do capitalismo”, de Max Weber. Motivo é de existirem boas referências desses dois livros. Aliás, se tiver oportunidade assista ao filme “The Corporation” também. Infelizmente não tive oportunidade de ler esses dois livros, não obstante, tenho absoluta certeza que amantes da Sociologia necessitam ler eles para entender o mundo atual que vivemos. Já o filme eu assisti e é sensacional!

É. (:

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